MACEIÓ
Localizada
em um ambiente totalmente litorâneo, Maceió destaca-se
pela sua beleza exuberante. Encravada entre os coqueiros,
mangues e um belíssimo mar, proporciona a todos que
a visitam lindas recordações. Hoje, com aproximadamente
750 mil habitantes, é um dos mais belos pólos
turísticos do Brasil, triplicando sua população
na temporada de férias.
Possuindo uma infraestrutura turística das melhores,
a cidade oferece ao visitante além de bons hotéis,
bares numa orla marítima onde se pode andar com toda
tranqüilidade. e as mais belas praias, uma cultura diversificada
em artesanato, culinária e costumes.
Pontos históricos, e nomes famosos que de uma forma
ou outra, também fizeram parte de nossa história.
Por estes e outros motivos que você irá conhecer
visitando nossa cidade, que Maceió é hoje um
dos destinos turísticos mais procurados da região
nordeste.
DADOS GERAIS
Localização:
ao Norte, municípios de Flexeiras, Messias, São
Luís do Quitunde e Paripueira; ao sul, Marechal Deodoro,
ao leste Oceano Atlântico e a oeste, Coqueiro Seco,
Santa Luzia do Norte, Satuba e Rio Largo.
Area: 512,8 km²
População: 750.000 aprox. (1995).
Clima: Tropical quente e úmido.
Temperatura Média: 27 graus.
Umidade Relativa do AR: 79,2%.
Indice Pluviométrico: 1.410 mm/ano.
Endereço Prefeitura: Rua Boa Vista, 425/433 - Centro
- CEP: 57020-110. Fones: (0xx-82) 326-5262 Fax.: (0xx-82)
221-7083
NÚCLEOS POPULACIONAIS
Distritos:
o da sede, Maceió; o de Fernão Velho; e o de
Floriano Peixoto.
Bairros : Guaxuma, Jacarecica, Jatiúca, Tabuleiro do
Martins, Bebedouro, Pescaria, Riacho Doce, Barro Duro, Bom
Parto, Centro, Farol, Gruta de Lourdes, Jacintinho, Levada,
Pajuçara, Pinheiro, Pitanguinha, Poço, Pontal
da Barra, Ponta Grossa, Ponta Verde, Prado, Trapiche da Barra,
Vergel do Lago, Serraria, Feitosa, Tabuleiro Novo, Cambona,
Cruz das Almas, Ponta da Terra, Canaã, Riacho Doce,
Garça Torta, Mangabeiras, Jaraguá, Chã
da Jaqueira, Pontal da Barra, Chã de Bebedouro, Ouro
Preto, Santo Amaro, Mutange, Bela Vista, Rio Novo, Novo Mundo,
Clima Bom, Tabuleiro do Pinto, Benedito Bentes, Ipioca.
Fazendas, sítios e lugarejos: São Bento, Riacho
Grande, Santo Antônio dos Montes, Ponta Grande, Engenho,
Prata, Barra do Pratagi, Saudinha, Juçara, Forte Estiva
e São Conçalo.
Além das belas praias, Maceió possui outros
atrativos: As Lagoas. Ao todo são oito, que cercam
a cidade oferecendo peixes e crustáceos para aumentar
a fonte de renda dos moradores, e um belo por do sol para
os turistas. Com os nomes de Peixinhos, Mundaú, Diogo,
Azul, Queima-Roupa, Ouro e Caçamba, as lagoas de Maceió
têm cerca de 14 Km cada, sendo a principal delas a lagoa
de Mundaú.
CONJUNTO ARQUITETÔNICO
Palácio
Floriano Peixoto
A construção do Palácio iniciou-se em
1893, no governo de Gabino Bezouro. O projeto arquitetônico
foi feito pelo engenheiro Carlos Jorge Calheiros de Lima.
A inauguração do prédio só aconteceu
em 16 de setembro de 1902, porque a obra foi parada duas vezes.
Depois de sua inauguração, sofreu várias
reformas, em sucessivos governos. O Palácio Floriano
Peixoto é conhecido também como Palácio
dos Martírios
Associação Comercial
De estilo neoclássico com fachada greco-romana, a Associação
Comercial chama atenção pela sua bela arquitetura.
É, com certeza, o mais bonito e luxuoso prédio
do bairro de Jaraguá.
A pedra fundamental foi lançada em 27 de maio de 1923,
porém a sua inauguração só aconteceu
cinco anos mais tarde, em 16 de junho de 1928.
Sobrado do Barão de Jaraguá
A origem do nome vem do século passado, quando o sobrado
serviu de residência para o Barão de Jaraguá.
Em 1859, serviu de Paço Imperial pela ocasião
da solene visita de D. Pedro II e de D. Teresa Cristina a
Maceió. Com três pisos, o sobrado possui semelhanças
com as construções portuguesas do mesmo gênero.
Ao passar dos anos, o imóvel entrou em decadência,
sendo utilizado como casa de cômodos. Para evitar a
degradação, o prédio passou por uma restauração,
com objetivo de abrigar um museu, o que não aconteceu,
tornando-se posteriormente a sede da Biblioteca Pública
e do Arquivo Público Estadual, onde funcionam até
hoje.
Teatro Deodoro
A pedra fundamental foi lançada em 11 de julho de 1905.
Na planta está composto a existência de dois
blocos. No primeiro bloco, encontra-se a parte administrativa.
Ao atravessar o pátio tem-se a casa de espetáculos,
que chama a atenção por possuir um lustre de
cristal, e o teto feito de placas metálicas em alto
relevo, pintadas. A fachada do teatro também chama
atenção por apresentar frontões triangulares
decorados de acordo com a época, além das estátuas
de musas, cujo conjunto representa uma alegorias artística.
Conjunto Arquitetônico de Jaraguá
Ainda no século XIX, o bairro de Jaraguá, por
ficar localizado próximo
ao cais de Maceió, tornou-se um dos principais centros
comerciais da cidade. Tornando-se luxuoso, por possuir em
suas ruas belos sobrados, que atualmente foram descaracterizados
pelos moradores, ostentando um tom de modernidade nas fachadas.
No conjunto arquitetônico de Jaraguá destacam-se,
hoje, os prédios onde funcionam a Delegacia da Receita
Federal, a sede da Associação Comercial, o Museu
da Imagem e do Som de Alagoas, localizados na Praça
Lavenere Machado, (antiga Dois Leões), construída
no século XIX.
Assembléia Legislativa
Sede da Assembléia Legislativa Estadual, o palacete
teve a sua primeira pedra fundamental lançada em 14
de março de 1850, em comemoração ao aniversário
da Imperatriz do Brasil, D. Tereza Cristina. Depois da sua
inauguração, o prédio só foi restaurado
em 1974.
Centro de Ciências Biológicas da UFAL
O prédio, localizado na Praça Afrânio
Jorge, foi construído em 1891, pelo Governo Federal,
para abrigar a sede do Quartel do 33° Batalhão
de Caçadores. Atualmente, ao invés de soldados,
o prédio está abrigando universitários,
estudantes do curso de Ciências Biológicas.
Cemitério Público Nossa Senhora da
Piedade
A primeira pedra foi lançada em 27 de outubro de 1850,
porém só em 1856, o então presidente
da província, Antônio Coelho de Sá e Albuquerque,
assentou a primeira pedra da capela, que fica bem no centro
do cemitério. Um detalhe que chama atenção
são os jarros de louça portuguesa localizados
em cima dos muros . |
Capital do estado de Alagoas desde 1839, Maceió transformou-se
nas últimas décadas do século XX em centro
de atração turística graças a suas
praias. Capital
do estado de Alagoas, a cidade de Maceió situa-se à
margem da lagoa Mundaú ou do Norte, no litoral alagoano,
a 632km de Salvador e a 285km de Recife. Tem clima quente
e úmido, típico da zona do litoral e da Mata,
com temperatura máxima de 29o C e mínima de
22,7o C. As chuvas ocorrem principalmente de março
a agosto, com estio de dezembro a fevereiro. A paisagem se
caracteriza pela presença de lagoas e numerosos canais.
No
século XVII foram efetuadas as primeiras doações
de sesmarias na região. Antônio Martins Ribeiro
recebeu uma extensa área às margens do riacho
Maçaió, com a condição de ali
instalar um engenho e promover o povoamento das terras. Em
torno desse engenho e respectiva capela começou a desenvolver-se
o povoado, em ritmo bastante lento, porque as lutas com os
invasores holandeses assolaram a capitania. Somente no fim
do século XVIII e princípio do século
XIX Maceió conseguiu progredir como centro exportador
de açúcar, algodão, fumo, cereais, madeiras,
farinha de mandioca e couro. O porto de Jaraguá foi
o principal fator de desenvolvimento da povoação.
Em 9 de dezembro de 1839, Maceió foi elevada à
categoria de cidade e capital da província de Alagoas,
desmembrada da província de Pernambuco em 1817.
Na década de 1930, Maceió foi um dos centros
intelectuais do Nordeste, graças a um ativo movimento
literário de que participaram José Lins do Rego,
Raquel de Queirós, Graciliano Ramos e outros escritores
de projeção nacional.
Além
de centro administrativo e político do estado, Maceió
desempenha papel preponderante como praça comercial,
a despeito da concorrência a seu movimento portuário
pelo porto de Recife. Na indústria extrativa destaca-se
a exploração de petróleo pela Petrobrás
nas jazidas submarinas próximas. A cidade é
servida pela Rede Ferroviária Federal, que a liga a
vários pontos de Alagoas e à capital pernambucana,
e por uma rede de rodovias pavimentadas que se estendem pelo
litoral até Recife (BR-101) e pelo interior até
Palmeira dos Índios (BR-316).
Distinguem-se
na cidade dois setores principais: a parte alta (planalto
do Jacutinga, onde fica o bairro do Farol, residencial) e
a parte baixa, porção mais antiga da cidade,
que abrange a zona portuária e o centro urbano. A 12km
do centro está instalado o distrito industrial, com
área de 186.000 hectares. No centro encontram-se vários
monumentos históricos, como os sobradões da
praça D. Pedro II, a catedral de Nossa Senhora dos
Prazeres (1840), as igrejas do Senhor Bom Jesus dos Martírios
(1870) e de Nossa Senhora do Rosário (1829), e o prédio
da Academia Alagoana de Letras. Entre os museus, destacam-se
o da Arte Brasileira, do Folclore e do Instituto Histórico
e Geográfico.
A
principal atração natural da cidade é
a lagoa de Mundaú, rodeada por vilas de pescadores,
nas quais as rendeiras produzem colchas, toalhas e blusas
em trabalhos de agulha como filé, labirinto, redendê
e ponto-de-cruz. É também famoso o artesanato
em cerâmica, madeira, palha e pintura. Entre as praias,
destacam-se a de Pajuçara, com seus coqueiros, Pratagi,
com piscinas de corais, Garça Torta, Jatiúca
e Jacarecica. Os eventos de maior interesse são a festa
junina, com banda de pífanos, cavalhada, repentistas
e comidas típicas, e o ciclo natalino, com diversas
danças folclóricas, como chegança, reisado
e caboclinho.
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